Quanto tempo você esperou?

Pelo laudo do seu filho.

Saymon Veiga 2090: TDAH, Autismo e Neurodivergência

O direito existe. Só nunca termina de carregar. O Brasil aprendeu a falar sobre TDAH e autismo. Agora precisa fazer o cuidado chegar. É para isso que essa candidatura existe.

Saymon Veiga, candidato a deputado federal pelo Paraná, número 2090
2090
SAYMON VEIGA · DEPUTADO FEDERAL · 2090
TDAH, Autismo e Neurodivergência
Por quem vive, não por quem só fala.

Eu não conheci essas causas durante uma eleição. A eleição me encontrou trabalhando nelas.

Tenho TDAH. Tenho um sobrinho autista. E há anos o meu trabalho me coloca em contato, todos os dias, com famílias que vivem uma realidade muito diferente da que aparece no papel. A mãe que conhece o direito do filho e não encontra o profissional. O adulto que consegue o diagnóstico e não consegue pagar o tratamento. A criança que ouve da escola que "talvez outra escola seja melhor".

Meu inimigo não é professor, nem médico, nem esquerda, nem direita. É a distância entre o direito e o acesso. É nesse espaço que mora o abandono. É nesse espaço que eu quero atuar.

Saymon Veiga

As minhas três lutas

Não quero mais conscientização. O Brasil já tem.

Quero três coisas que dá pra medir, fiscalizar e cobrar.

1

Remédio de TDAH no SUS

Diagnóstico sem tratamento é abandono com carimbo.

Você tem o diagnóstico. Tem a receita. E não tem como pagar. O Brasil reconhece o TDAH e tem protocolo nacional, mas os medicamentos de primeira linha não estão garantidos nacionalmente no SUS. Quem pode, paga. Quem não pode, fica sem.

O que eu vou fazer: Provocar a reavaliação da incorporação desses medicamentos ao SUS. Acompanhar a Conitec, discutir preço, genéricos e compra pública, e cobrar a atualização do protocolo com base em evidência.

Deixando claro

Não é remédio grátis. É tratamento indicado por médico, com protocolo, chegando a quem não pode pagar. E remédio não resolve sozinho o TDAH: diagnóstico, terapia e acompanhamento andam juntos.

2

Escola com apoio de verdade

Matrícula não é inclusão.

A criança autista entrou na escola. E ficou sozinha na sala. Recusar matrícula já é ilegal, com multa de 3 a 20 salários mínimos para o gestor (Lei 12.764/2012, art. 7º), e quase ninguém fiscaliza. Só em Curitiba faltam 699 profissionais de apoio (audiência pública na Câmara Municipal, maio de 2026). E o professor não é o vilão. Ele foi deixado sozinho também.

O que eu vou fazer: Fiscalizar a recusa de matrícula, exigir transparência nacional sobre a fila do professor de apoio, acabar com a exigência de laudo para o apoio escolar e destinar emendas para clínicas-escola, como a que Cascavel criou.

A meta é simples

Nenhuma criança sozinha na sala. Nem o professor.

3

Diagnóstico com prazo

Chega de esperar.

No Paraná, uma criança pode esperar até três anos por um laudo que precisava ter saído aos dois. Só em Curitiba, mais de 3.400 crianças aguardam na fila da neuropediatria (Câmara Municipal de Curitiba, 2025-2026). Direito sem prazo é só promessa.

O que eu vou fazer: Projeto de lei fixando prazo máximo para o início da avaliação diagnóstica de TDAH e autismo no SUS, como já existe para o câncer (Lei 12.732/2012), com indicador público de cumprimento e diagnóstico por equipe multiprofissional, no modelo que zerou a fila em Paranaguá em 2023.

Não é impossível. É que não foi feito onde você mora.

Mapear. Fiscalizar. Fazer funcionar.

Eu não prometo o que um deputado federal não entrega sozinho. Deputado legisla, fiscaliza, destina recursos e cobra execução. O meu método é perguntar o que ninguém publica: quantos precisam, quantos esperam, quanto dinheiro foi enviado, quantos foram atendidos. Sem isso, política pública vira discurso.

Se alguém te prometeu zerar a fila da sua cidade, pergunta como.

Os números, com fonte e data
699profissionais

Faltam em Curitiba: 1.505 para 2.204 crianças.

Audiência pública, Câmara Municipal de Curitiba, mai/2026

3.400crianças

Na fila da neuropediatria, só em Curitiba.

Câmara Municipal de Curitiba, 2025-2026

132.604pessoas

Com diagnóstico de autismo no Paraná.

IBGE, Censo 2022

Saymon Veiga, candidato a deputado federal pelo Paraná, número 2090
Quem é o Saymon

Quem é Saymon Veiga

Saymon Veiga nasceu e construiu sua trajetória em Londrina, no norte do Paraná. Passou boa parte da vida adulta carregando o rótulo do "eterno potencial desperdiçado". O diagnóstico de TDAH não resolveu sua vida, mas, nas palavras dele, deu um mapa.

Desse mapa nasceu o TDAH Pra Gente Grande, projeto de educação e comunicação que reúne mais de 478 mil seguidores no Instagram, 80 mil inscritos no YouTube e mais de 12 mil alunos. Formado em Comunicação Social pela UEL, com estudos em Psicopedagogia, é uma das vozes mais ouvidas do país sobre neurodivergência, presente no Podpah, no Flow, no Sem Groselha e na bancada do Sem Censura, da TV Brasil. Em 2025, esteve na Câmara dos Deputados no Dia Mundial de Conscientização do Autismo.

Sua entrada na política nasce de dentro de casa e da audiência: tem sobrinhos autistas e com TDAH, e recebe diariamente relatos de mães atípicas isoladas, crianças sofrendo na escola e adultos chamados de preguiçosos. Sua tese é direta: neurodivergência não pode ser pauta de enfeite. Precisa virar orçamento, projeto e política pública.

Eu não encontrei essas causas na eleição. A eleição me encontrou trabalhando nelas.
Não vote em mim porque eu tenho TDAH. Vote pelo que eu vou fazer com um mandato.
A causa não existe para servir à minha candidatura. A candidatura é que serve à causa.
Conte sua história

Se você vive isso, me conta.

Quanto tempo você esperou pelo diagnóstico? Conseguiu o remédio? A escola aceitou a matrícula, tem apoio? Cada história ajuda a mostrar o tamanho real da fila que o poder público não publica. A sua pode virar dado, cobrança e proposta.

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Toda semana você recebe no WhatsApp o kit da semana: vídeos prontos, o argumento em 5 linhas e o número da semana com fonte. E vale a regra do Nunca Zero: não precisa fazer tudo. Precisa não zerar o dia.

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Quem vive sabe. Quem vive luta.

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Nunca Zero: um dia tudo bem. Dois dias, jamais.

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Tem uma comunidade de pessoas que vivem TDAH e autismo e cansaram de esperar. A sua doação paga o material que chega na mão da mãe atípica no interior, os vídeos que explicam o direito que ninguém explica e a caravana pelas cidades do Paraná.

A doação é feita no QueroApoiar, plataforma de financiamento coletivo homologada pelo TSE. O link abre em uma nova janela.

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  2. QueroApoiar

    Plataforma de doação

  3. Recibo eleitoral

    Registro eletrônico

  4. Prestação de contas

    Declaração pública

Imprensa

Imprensa

Saymon Veiga é comunicador, empresário e educador de Londrina (PR). Diagnosticado com TDAH, transformou a própria história em trabalho: criou a maior comunidade brasileira sobre TDAH adulto, formou mais de 12 mil alunos e reúne quase meio milhão de seguidores. Hoje leva ao debate público a pauta da neurodivergência, em escolas, no SUS e no orçamento.

Perguntas frequentes

O que perguntam sobre a campanha

Saymon Veiga é comunicador, empresário e educador de Londrina, no Paraná. Diagnosticado com TDAH, criou o TDAH Pra Gente Grande, a maior comunidade brasileira sobre TDAH adulto, com mais de 478 mil seguidores no Instagram, 80 mil inscritos no YouTube e mais de 12 mil alunos. É candidato a deputado federal pelo Paraná, número 2090.

Saymon Veiga é formado em Comunicação Social pela UEL, com estudos em Psicopedagogia. Diagnosticado com TDAH, criou o TDAH Pra Gente Grande, projeto de educação e comunicação que reúne mais de 12 mil alunos.

2090. Saymon Veiga é candidato a deputado federal pelo Paraná nas eleições de 2026.

São três: remédio de TDAH no SUS, escola com apoio de verdade e diagnóstico com prazo. Não quero mais conscientização. O Brasil já tem. Quero três coisas que dá pra medir, fiscalizar e cobrar.

Legislar, fiscalizar, destinar recursos e cobrar execução. Na prática: projeto de lei com prazo para o diagnóstico, fiscalização da recusa de matrícula, transparência das filas, emenda para clínica-escola e cobrança da incorporação do tratamento no SUS.

Diagnóstico sem tratamento é abandono com carimbo. A proposta é provocar a reavaliação da incorporação desses medicamentos ao SUS, acompanhar a Conitec, discutir preço, genéricos e compra pública, e cobrar a atualização do protocolo com base em evidência. Não é remédio grátis: é tratamento indicado por médico, com protocolo, chegando a quem não pode pagar.

Matrícula não é inclusão. A proposta é fiscalizar a recusa de matrícula, exigir transparência nacional sobre a fila do professor de apoio, acabar com a exigência de laudo para o apoio escolar e destinar emendas para clínicas-escola. A meta é simples: nenhuma criança sozinha na sala. Nem o professor.

No Paraná, uma criança pode esperar até três anos por um laudo que precisava ter saído aos dois. A proposta é um projeto de lei fixando prazo máximo para o início da avaliação diagnóstica de TDAH e autismo no SUS, como já existe para o câncer, com indicador público de cumprimento e diagnóstico por equipe multiprofissional.

Pela vaquinha eleitoral no QueroApoiar, plataforma de financiamento coletivo homologada pelo TSE: queroapoiar.com.br/saymonveiga. Somente pessoa física, com CPF, até 10% dos rendimentos brutos declarados no ano anterior. Empresa não pode doar para campanha eleitoral. Toda doação gera recibo eleitoral eletrônico e entra na prestação de contas pública.

Pelo WhatsApp da campanha, no número (43) 93618-0583, ou pelo e-mail contato@saymonveiga2090.com.br. Quem vive essa realidade pode contar a própria história, e ela pode virar dado, cobrança e proposta.

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Quem vive sabe. Quem vive luta.

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Chega de esperar.

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Deputado Federal · Saymon Veiga · 2090

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